|
|
|
|
|
|
|
|
|
| |
Mais Platão Menos Prozac! |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
| Mais
Platão Menos Prozac! |
|
 |
 |
 |
«Ter problemas é normal, as desordens emocionais não são
necessariamente doenças. As pessoas procuram gerir um mundo cada vez
mais complexo não precisam de ser rotuladas como doentes, pois, na
realidade, elas estão apenas a percorrer um caminho respeitável em
direcção a uma vida mais digma de ser vivida.»
Lou Marinoff, Mais Platão Menos Prozac, Editorial Presença, Lisboa,
Março, 2002 |
|
Mais Platão Menos Prozac!
Sinopse:
Como lida com os desafios, perdas e conflitos de seu dia-a-dia? Da
forma mais racional e consciente possível? Se a resposta for
positiva, parabéns, você deve ser um dos poucos felizardos que
compreenderam que a vida não é tão complicada como muitos pintam.
Mas se continuar à procura de novas perspectivas para enfrentar
velhos dilemas emocionais, que tal recorrer à filosofia? Essa é
proposta do filósofo Lou Marinoff, autor de «Mais Platão, Menos
Prozac!». Marinoff é um dos pioneiros nos Estados Unidos da nova
corrente filosófica que propõe retirar a filosofia dos debates
académicos e levá-la para o quotidiano de todos os cidadãos. O autor
indica o aconselhamento filosófico como alternativa às terapias que,
usando palavras dele, não passam de farmacologia neural. De acordo
com o filósofo, na década de 80 os psiquiatras calculavam que um em
cada dez americanos estava mentalmente doente. Na década de 90, um
em dois. “Em breve serão todos, excepto, é claro, os psiquiatras”,
ironiza. Marinoff acredita que a maioria dos distúrbios emocionais e
comportamentais devem-se à falta de estadistas visionários e de
virtude filosófica. Ele reconhece que o aconselhamento psicológico
ou a assistência psiquiátrica, quando feitos por profissionais
competentes, ajudam as pessoas a encontrar soluções para vários
problemas, mas alega ser necessário, na maioria das vezes, aliar o
tratamento psiquiátrico ao aconselhamento filosófico. Mas como
adepto da filosofia prática, o autor defende que o aconselhamento
filosófico é mais completo e tem respostas para a maior parte das
questões corriqueiras como conflitos amorosos e familiares, mudanças
na carreira e até o medo da morte. Marinoff propõe o processo PEACE
(problema, emoções, análise, contemplação, equilíbrio) para lidar
com os conflitos do dia-a-dia. O método consiste em identificar o
problema, expressar emoções de forma construtiva, analisar as
opções, contemplar uma filosofia que ajude a pessoa escolher e viver
com a melhor opção e, finalmente, resgatar o equilíbrio pessoal.
“Praticar filosofia significa explorar o seu universo interior. Você
é a pessoa mais qualificada para empreender essa viagem de
autodescoberta, escreveu o autor, destacando que cada um de nós tem
a resposta para os problemas que enfrenta, basta despertar a
filosofia pessoal. O autor recorre aos maiores filósofos da
história. Sócrates e Platão, Séneca, Aistóteles, Bacon, Kirkegaard,
Kant, Sartre, Rousseau, Nietzsche, Confúcio, entre muitos outros
grandes pensadores, para ajudar a olhar o problema como um todo e
considerar novas ideias para lidar com as diferentes situações em
causa. «Mais Platão, Menos Prozac!» pode ser alvo de críticas de
psicólogos e terapeutas. Alguns filósofos e académicos podem alegar
que Marinoff banaliza o saber antigo ao levá-lo para os consultórios
psiquiátricos. No entanto, se seguíssemos os sábios conselhos do
autor e dos grandes filósofos de sempre e conseguíssemos ver as
nossas frustrações, perdas e dilemas pessoais sob uma perspectiva
filosófica, certamente o mundo seria melhor e, possivelmente, a
indústria de antidepressivos estaria em vias de enfrentar uma grande
crise.
In site da Editorial Presença (www.editpresenca.pt) |
|
|
|